Os Mesmos Erros
Sobre padrões de repetição: por que se volta ao mesmo lugar afetivo sem ter aprendido nada da última vez.
Análise psicanalítica por vídeo, em qualquer lugar do mundo. A primeira conversa não compromete a continuidade, serve para entender se faz sentido seguir.
A primeira conversa não compromete a continuidade. Serve para nós dois entendermos se faz sentido seguir. Se fizer, combinamos a frequência e fechamos o investimento.
A única coisa que importa é você poder se abrir para o seu momento de escuta.
Em qualquer lugar do mundo, em português.
Frequência costuma ser semanal.
Fechado em sessão introdutória conforme frequência.
Em curso, contínuas. Formação clínica permanente.
Não tem questionário. Não tem técnica do dia. Não tem dever de casa pra próxima semana. Tem fala, e o tempo que ela pede pra encontrar o que ainda não foi dito.
Você abre o vídeo. Eu abro o meu. Cinquenta minutos para você falar. Não preciso de microfone caro nem fundo arrumado.
Pode começar pelo que doeu hoje, pelo que volta há vinte anos, ou por nada. Não tem roteiro. Não tem assunto que não pode entrar.
Estilo direto, sem enrolação. Cada sessão precisa valer pra você.
Toda semana, de novo. Até a fala encontrar o que precisava ser dito.
Falas anônimas, costuradas a partir do que escuto com frequência. Nenhuma reproduz uma pessoa específica, mas todas têm raiz no que volta sessão depois de sessão, em quem chega.
Eu não queria fazer terapia. Sempre achei frescura. Aí terminei meu quinto relacionamento e percebi que o problema não eram os outros. Logo nas primeiras sessões esse cara me obrigou a ver coisa que eu vinha evitando há quinze anos. Hoje escolho diferente. Não me reconheço mais como era antes.
Acordava às três da manhã há cinco anos. Já tinha tentado app, remédio, mindfulness, tudo. Cheguei no Vagner desesperado. Ele não me deu técnica nenhuma, só me escutou de um jeito que ninguém nunca tinha escutado. Em poucas semanas a noite começou a voltar. Hoje durmo. Hoje sou outra pessoa.
Procurei pensando que minha ansiedade era doença. Esse cara me devolveu a pergunta: que vida você está sustentando que precisa dessa ansiedade? Quase saí da sessão. Voltei. Em três meses entendi que eu vivia na conta dos outros. Hoje vivo a minha. A diferença é gritante.
Sou cristão e tinha medo do analista desconstruir minha fé. Não foi nada disso. Pude levar minha fé pra dentro da análise como matéria de pensamento sério, sem perder nada e sem absolutizar nada. Esse trabalho mudou minha vida. Sou um homem novo, e mais cristão do que era.
Escrevo, ensino e converso publicamente sobre psicanálise, neurociência e teologia. Boa parte de quem hoje está em análise comigo, chegou por lá.
acompanham nas redes
publicados, 1 em lançamento
atendidos em consultório
de atendimento clínico
Sou psicanalista. Quem chega aqui costuma chegar cansado. Cansado de uma cena que se repete, de uma hora da madrugada que não passa, de uma dor que ninguém mais aguenta ouvir. Atendo em análise online por vídeo, em sessões semanais, em qualquer lugar do mundo. Aqui você não precisa explicar nem embrulhar. Pode falar do que dói no seu tempo, e a gente trabalha com o que aparece.
Escrevo e penso em três campos que se tocam: psicanálise, neurociência e teologia. Sou mestrando em Divindade e curso graduação em Teologia. Vivo em São Paulo.
Também atuo como sócio da RWC Consulting, em projetos corporativos, em operação separada da clínica.
Não escrevo sobre tudo. Escrevo nestes três, e nas fronteiras entre eles.
Sintoma, repetição, vínculo. Por que se volta ao mesmo tipo de pessoa, à mesma briga, à mesma dor. Escrevo sobre o que aparece quando alguém para de fugir do que vinha repetindo.
Ler nesta área →A neurociência diz coisas verdadeiras, e isso não apaga a pessoa que está sentindo. Onde os dois lados se tocam, é onde tento escrever.
Ler nesta área →Leitura disciplinada do texto bíblico. Sem auto-ajuda, sem devocional raso, sem cristianismo terapêutico. Os autores que sigo: N.T. Wright, D.A. Carson, Douglas Moo.
Ler nesta área →
Sobre padrões de repetição: por que se volta ao mesmo lugar afetivo sem ter aprendido nada da última vez.
Sobre dependência afetiva. O que sustenta o vínculo que adoece e o que precisa ser desfeito.
Devocional, com entradas curtas para acompanhar uma leitura disciplinada do texto bíblico ao longo do ano.
Sobre o conceito popular de alto valor pessoal: o que ele revela, o que ele esconde.
Sobre o vocabulário do valor sexual de mercado. O que ele descreve, o que ele encena.
Em produção. Sobre o que falha no amor, e o que se aprende com a falha.
Procurar pelo nome "ansiedade" costuma ser o começo. O que a análise faz é deslocar a pergunta: e se a ansiedade não for a doença, mas o aviso?
LerA insônia das três da manhã não é um defeito do sono. É uma hora que está tentando dizer alguma coisa. Sobre quem acorda revisando conversas que ninguém mais lembra.
LerA pessoa muda. O endereço muda. O nome muda. A cena, não. Sobre o que se repete em quem chega cansado de repetir.
LerSó se está só na presença de outro.